segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Anda bonito
Mas hoje diz ela em modo de desabafo: "É, deve ter a mania que tem o rei na barriga"
Respondo eu: "Tem a mania... mas afinal são só gazes".
E pronto, com vontade de derreter meio mundo à lambada ainda gozamos com a situação.
Não sei é até quando vamos sorrir. Porque as faltas de respeito, consideração e humanismo são gritantes e neste momento estamos em contagem decrescente, "bamo lá ber" no que vai dar, mas cheira-me que vai dar merd@.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Odeio ter borbulhas
Os 30 não são o que eu estava à espera.
Nunca nos meus piores sonhos me ocorreu continuar a ter acne quase duas décadas depois do seu início.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Toxinas
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Pobreza
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
No melhor pano cai a nódoa
E uma das coisas que mais merece o meu riso maléfico é ver etiquetas coladas nas solas dos sapatos. Adoro. Acho fenomenal alguém comprar calçado e não tirar o preço.
Até que... esta semana entrei numa loja, na qual comprei umas botas há 3 invernos e apesar do uso continuam novas e tinha umas castanhas, lindas. Eu até tinha umas botas castanhas que adorava com um fecho vermelho atrás a toda a altura da perna (até ao joelho) mas começaram a desintegrar-se e deixaram de ter condições para conhecer a luz do dia, fora de casa.
Por isso quando vi aquelas botas a 29,99 fiquei maravilhada. Não comprei. Fui para casa, pensei no assunto e dois dias depois volto lá, tinha umas 40 expostas sem qualquer etiqueta, pedi o 38, experimento, a senhora diz que em vez de 49,99 custavam apenas 29,99, e eu compro.
No dia a seguir de manhã calço-as logo. No trabalho, a meio do dia, vou de olhar para as solas e tinha nada mais nada menos que DUAS etiquetas em cada pé, uma branca e uma cor-de-rosa choque com o preço de saldo.
Se tivesse um buraco...
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Optimista irremediável
E não me venham com a história que o ano não é mau, quem é má és tu, que me dá logo os calores e sou menina para me enervar.
Em 2013 percebi que o meu relacionamento de quase 9 anos tinha chegado ao fim, estava em cuidados paliativos e por mais que quiséssemos que desse certo, tinha morrido. Então há que assumir a derrota, e começar de novo enquanto ainda não somos os dois feios, gordos e enrugados.
Saí de casa, comecei do zero... Antes dos 30 já tinha casado e descasado. Vivo agora sozinha e a 300 km da minha família.
Sempre tive uma postura de superioridade relativamente ao que vai acontecendo, mas isto foi um golpe que me esventrou as entranhas, que me levou a dias de apatia sem explicação e a muito pouco choro, admiravelmente.
Consegui controlar-me, trabalhar sem falhar nunca, tomar as rédeas da minha vida e perceber que havia muito mais a correr mal.
Com ordenados em atraso e a viver sozinha vivi dias de desespero, aí sim, chorei que me regalei pela injustiça e pela impotência.
Outros problemas me seguiram ao longo do ano, más notícias em modo castelo de cartas, mas ainda assim fui-me mantendo.
É certo que foi um ano onde a amizade me salvou, foram os meus amigos que substituiram a família que perdi e a minha que está longe.
Em casa de várias amigas tive sempre um lugar na mesa para mim, tive sempre companhia quando me senti sozinha. E em muitos momentos fiquei sozinha porque precisava e sempre me respeitaram o espaço.
Foi o ano em que embora internamente ninguém me reconheça o mérito, fui reconhecida por escrever bem. E isto elevou-me o Ego de forma gigante.
Acredito que tenho tudo para dar a volta por cima, tenho pessoas, tenho força e tenho acima de tudo optimismo e a crença que tudo irá dar certo.
Por isso enterro 2013 como um ano de altos e baixos, de muita lambada na cara, de muita desilusão, de muita insegurança e incerteza, de muita solidão, de muita tristeza, mas um ano de excelentes momentos, de carinho surpreendente de quem nem esperava e um ano de muita aprendizagem, aprender a gerir coisas que nunca pensei, aprender a manter-me de pé quando me falta o chão e aprender a fazer "omeletes sem ovos".
Começo 2014 com optimismo, mas sem grandes ilusões ou ambições... Que seja o melhor que eu conseguir fazer dele!
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Espirituosa
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
domingo, 29 de dezembro de 2013
Gatices
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Back to real life
A vida é assim, feita de escolhas. Eu escolhi o Norte e para ter algumas das coisas que me fazem feliz perco outras e por mais anos que passem e por mais que goste da minha vida lá em cima, no dia em que me vou embora fico assim, com um vazio, sinto saudade antecipada, sinto falta daquilo que nunca há-de haver igual: o abraço, o beijinho e o calor das pessoas mais importantes da minha vida. Era bom não ter que escolher...
Pai e madrasta conseguem sempre fazer-me sentir em casa, mesmo passados tantos anos, mesmo com a casa compmetamente diferente.
Era a vida deixar-me vir mais vezes, que isto só me faz é bem :)
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
sábado, 21 de dezembro de 2013
Castigo
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Insónias...
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Explosão
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Já cá cantam os 30
Agora anos mais tarde voltei a chorar de felicidade, quando a minha amiga S. em parceria com a A. organizaram uma festa surpresa para os meus 30 anos.
Fiquei de uma forma que nem consigo explicar. Valeu cada segundo, cada abraço, cada beijinho e cada sorriso. Tenho os melhores amigos do mundo e o facto de ainda tentarem meter o meu irmão no meu da surpresa.... uii... deixou-me lavada em lágrimas. Mas de alegria e emoção.
E pronto, num ano que teve momentos fenomais mas que foi marcado por pontos negros, tive o melhor aniversário destes 30...
A partir de agora só pode correr bem! ;)
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Espero que segurança social não leia isto...
Ontem saí para trabalhar, e só voltei a casa eram 23h, fui directa do trabalho ao shopping comprar uns sapatos com a minha amiga S.
Quando chego a casa, meto a chave à porta e oiço miar... muito ao fundo... O que não é normal, porque o meu gatolas, vem logo receber-me à porta e mia alto e bom som, para quem quiser ouvir (pega lá ó pindérica que tem a mania que canta), entro em casa e percebo que ficou fechado O DIA TODO no quarto "de vestir" (ou da bagunça).
O bichinho não fez necessidade alguma, mas para combater o tédio apanhou um saco plástico que estava lá pousado e transformou-o em 20 mil e quinhentos bocados...
Depois de já o ter fechado no armário das panelas e por momentos pensei que tinha uma frigideira a miar, depois de o ter fechado na varanda e correr a casa toda e não o ver, agora isto! Oh zeus, internem-me!!!! Coitado do gato!!!
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Aiiiiiiii Socorro
30 anos?? A sério? 30? Já?
Esta porcaria passa a correr, por isso não vale a pena nos focarmos nos objectivos apenas, mas aproveitar todo o percurso. No final não consegues os objectivos e não há nada a registar...
A registar: tenho 6 cabelos brancos e três muito ruivos na franja e cada vez mais claros... Shit!!!
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Carta ao Pai Natal
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Escrever
E por isto tudo... nem me apetece escrever é nada!!
Vou ter férias e bem preciso, ando com este cérebro todo comidinho, pode ser que aí a inspiração volte ;)
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Amor é...
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Árvore de Natal
Verídico e literal... Sem ordinarice.
Ela é artificial e todos os anos ele começa a roer-lhe as folhas... Deve fazer bem aos intestinos, vou começar a filtrar os cocós da areia enfeitados de verde! Bonito!!
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Como é que é possível?
sábado, 23 de novembro de 2013
Energia
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Sexy
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Há uma linha que separa... e o senhor da Zon não a conhece
Nisto entra uma outra pessoa, alguém importante aqui no panorama da região.
O senhor da Zon despede-se eu estico-lhe a mão, porque sou assim muito bem educada e diz o senhor: "Que mãos frias"
"É hábito", digo eu.
Responde ele: "É bom sinal, é coração quente".
Soltei uma gargalhada monumental e estou a torcer para a outra pessoa não ter ouvido/percebido este disparate.
Até porque tenho uma reputação de má a manter e não será um estranho agora a lançar o boato que eu sou de corações ardentes... Ora fogo!!!
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Obras
Ora, tudo muito bem, não fosse eu tomar banho com água a escaldar frangos (ou pitos como se diz no Norte) e ficar com uma névoa tão grande que da banheira não consigo ver a porta, logo, assim que me enrolo na toalha, vai de abrir a janela, o pior é que em dias de loucura, em que o frio não me assola, eu limpo-me e deixo logo a toalha na casa de banho, nisto abro a janela e vou para o quarto colocar creme, vestir e lai lai lai, aquelas coisas todas.
Não só já correu mal, por entrar no quarto sem toalha e ter o cortinado todo para trás (bendito gato e a iniciativa de ser parvo sozinho), quando a janela do quarto SÓ dá para uma escola (uma EB 2, 3, com idades parvas, portanto).
Mas voltando às obras, acabo eu de tomar banho e abro a janela, já sem a toalha e oiço falar grosso, ali parecia que vinha dentro da sanita... Mas não, vinha da janela, muito rapidamente fechei-a e estou em crer que se eu não vi ninguém, também ninguém me viu.
Parte boa (NOT): acordar há duas semanas com barulho de obras ou senhores a cantar...
Não bastava a outra histérica que há seis meses canta os únicos dois acordes que conhece, Lalalalalala e não passa disto. Ainda tenho que ouvir Marco Paulo versão assassinada.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Outono-Inverno
Mas este tempo traz coisas maravilhosas, como as castanhas assadas, os dióspiros, o Natal e o meu aniversário...
Por falar em Natal... vou ter de "anatalar" em breve, em muito breve (o problema é só o sítio onde um amigo machoman me arrumou a árvore e digamos que sozinha não vai ser bonito).
Apesar do meu calçado preferido ser sandálias, ou tudo o que implique pé ao léu (e raso), também gosto das vestimentas de inverno, a conjugação, botas, casacos, cachecóis, gosto muito. O problema é que visto o casaco e nunca ninguém vê o que visto por baixo, por mais que eu me esforce a vestir bem, porque nunca tiro o casaco. Uma pena!
Esta ambiguidade de não gostar do frio, mas gostar das roupas, de não gostar do tempo chuvoso, mas gostar do Natal, vai compensado e não fico cá com depressões pós-parto de outono. Mas sinto que o Verão condiz melhor comigo, pronto.
