quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Os Jovens
F*dass, put@ que os fod* a todos!!!
Eu com 30 anos já trabalhei sem receber, já trabalhei num call center, já fiz a coisa que mais odiei nesta vida, que foi ser comercial e agora trabalho na minha área, por um ordenado muito abaixo das minhas qualificações, recebo tarde e a más horas, trabalho sem horário, sem fins de semana, à chuva, ao sol, ao vento, como dá e onde dá, sem frescura. Passo semanas sem folgas, dias em que chego a casa para jantar às 11h da noite, com o jantar ainda por fazer, comer, arrumar e tudo sozinha, porque moro sozinha e não posso falhar-me a mim mesma. Não posso adoecer, não pode não me apetecer cozinhar ou ir às compras, muito menos apetecer ter um fim-de-semana de vez em quando.
Quando dá tenho, quando não dá, trabalho e não bufo.
Querem mesmo chamar preguiçosos aos jovens à minha frente??
Amor... a sapatos
Mas sou bastante amiga da moda e sou fã da escolha sem tirar o rabo do sítio, ando sempre atenta aos sites e são poucos os que ainda não optei pela compra online.
Tenho uma pancada por sapatos, mas como trabalho em modo todo o terreno uso pouco o salto alto, e tenho que optar por calçado que seja fashion, mas sobretudo confortável e resistente (o meu record foi destruir uns botins da Parfois em sete meses, sem recuperação possível).
Mas aqui segue uma compilação de sapatinhos que me encheram o olho (mas que não entram lá em casa de certeza, problemas de espaço, claro).
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Meo Meo Meo, Meo Meo
Hoje lá ligaram, eu atendi e falaram.
Espanto o meu que era para me "oferecer" banda larga móvel pela 345 876 vez. E ainda pergunta: ah e tal não sei se já lhe fizeram essa oferta.
Respondo eu: Já me ofereceram muita coisa, mas eu digo sempre que não, sabe porquê? Porque contratei um serviço que responda às minhas necessidades, logo se recuso é porque não preciso de telemóveis M4O nem de banda larga móvel.
Diz o iluminado: "Mas não tem qualquer custo".
Respira fundo e remata a Saloia: "Com ou sem custo se não preciso não contrato o serviço, simples, agradeço a oferta"
Ficou ainda por dizer: "Olhe é uma pen, certo? Então e como é oferta... Meta-a no c* e não me chateie".
Mas a minha boa educação falou mais alto. E controlei-me! Desta vez.... Na próxima não sei!
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Teorias
Ainda a gozar digo: "E eu que até tenho tanto amor para dar!"
Diz a S. "Falta-te é tempo!"
Gosto desta forma de ver as coisas, o problema é tempo e nada mais. Simples. Aahahahahah
domingo, 9 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Medo
Depois de dois dias a arder em febre e muita dor no corpo, temo que este café seja como o da semana passada e me rebente toda em coca-colas rascas.
Que zeus esteja comigo e me ilumine o caminho de volta a casa, a horas decentes! :P
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
A incompetência
marrar com o trabalho das outras pessoas, é exigir para ontem o que só pode ser feito amanhã, é desfazer o que os outros fazem, desrespeitar, inventar falsas falhas, ver erros onde eles não existem, acusar as pessoas de plágio sem sequer saber escrever duas palavras sem erros e estar APENAS CINCO SEMANAS para meter uma put@ de uma carta no correio....
Digo eu à S. não sejas mesquinha, cinco semanas para levar uma carta aos CTT é pouco, a competência em pessoa não falha, a competência em pessoa não erra, a competência em pessoa só sabe apontar os erros dos outros, mas o que lhe COMPETE fazer... Aí... podes esperar sentada, porque a competência é tanta que demora a executar... Competentemente falando!
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Noites longas
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
A magreza
Lembro-me de tomar suplementos, vitaminas, tudo para abrir o apetite, e nada. Lembro-me que cada refeição era um martírio, desde bebé que era um castigo para me alimentar, era daquelas coisas que eu dispensava bem e que deixavam a minha família com os nervos em franja.
Eu até bolas de carne fazia e dava ao gato, enrolava, demorava horas à mesa, mas comer... comer é que não.
Felizmente a coisa mudou e na adolescência comecei a comer bem, mais que muito bem até. Ganhei algum peso e quando entrei na faculdade era uma rapariga de porte perfeitamente normal, tendo deixado a aparência de esqueleto lá para trás.
Mas a minha genética, ruindade, ou as bichas solitárias (brincadeira, que faço análises com regularidade e não tenho parasitas) nunca me deixam engordar muito. Meço 1,67 e o meu máximo foi 62kgs, aí estava bem redonda, mas foi uma fase curta, pois uns meses mais complicados e stressantes levou-me em 15 dias aos 57 e em dois meses aos 48... Nessa altura fui para o ginásio, a única vez que fiz ginásio na vida foi para GANHAR PESO.
Era hilariante, ver as mulheres todas no cardio e eu só podia fazer 10 minutos e ia "encher" com pesos... Bonito!
Entretanto o meu peso estabilizou e há anos que mais dois menos dois ando sempre a rondar os 58kg, o problema é que eu como de tudo e o máximo humanamente possível.
Eu não salto refeições, eu não evito doces, bebo coca-cola, como bolachas, bolos ou chocolates todos os dias, sou doida por gomas, como com alguma frequência pizza, macdonald's ou francesinhas, quando lancho donuts é sempre de dois para cima, bebo leite com chocolate de pacote, iogurtes sem ser light, como pão com tudo, lambuzo-me de nutella, eu sei lá... Não tenho cuidadinho nenhum e... nem mais uma grama.
Duas coisas a reter: quando alguém me vem com discursos moralistas que esta alimentação não é correcta e que aos 30, ou 35 ou 40 vou notar e que vou ter colesterol (não tenho) e lai lai lai, só me apetece partir para a violência, eu como porque me dá um prazer incrível e porque não noto que isso me traga qualquer prejuízo, a não ser a felicidade.
Outra coisa: passar a vida a combater a magreza também não é bom, se me distraio, se me stresso mais, se ando mais cansada, pimbas menos dois kgs (também nunca desço mais que isso), mas há quem lute contra a gordura e respeito e entendo que não é fácil, mas a minha luta é o oposto.
Por isso deixem-me comer que nem um animal.
Obrigada! :P
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Ai que nervos
"Mas que put@ de lata".
Há uma gaja que é incapaz de sair do carro e vir ao escritório buscar o que precisa, liga e tem de ser a minha colega a levar-lhe... Ando a segurar-me para não lhe dizer para mexer a peida que ninguém é criado dela.
Aliás, comigo fez isso uma vez, fui eu receber móveis a casa dela, à segunda disse-lhe que não, que em horário de trabalho eu tinha que trabalhar. Ficou f*did@, azar.
Odeio gente abusadora!!!
Isto era tão melhor até Outubro. :(
Ai o aniversário!
Neste cantinho eu desabafo algumas das coisas que ocupam a mente e a alma, há muito por dizer, muitos temas que gostava de explorar e fico-me sempre pela ideia, mas o tempo nem é muito e às vezes a preguiça de voltar a agarrar-me à escrita, depois de dias inteiros a escrever, ataca-me.
Neste último ano muita coisa mudou. (Não vou voltar a falar sobre isso). Mas é engraçado ver o percurso aqui, ver o que fui escrevendo o que fui vivendo.
A Saloia garante que será para continuar... ;)
Queridas Finanças
sábado, 25 de janeiro de 2014
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Monosobrancelha
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Caso de estudo
A minha amiga A. tem a teoria da consanguinidade queimar aqueles genes todos.
Eu não sei o que é, mas que é, é.
Desde o senhor que me responde por email a uma entrevista de quatro perguntas com 11 perguntas feitas e respondidas. Oh meu senhor se só fiz quatro é porque só quero/posso/me apetece explorar esses temas e só tenho espaço para eles, não seja burro.
Desde a Assistente Social que não me deixa fotografar o interior de um Centro de Dia... Foi a primeira vez que tal me aconteceu, com jeito até metem as fotos no facebook, mas para uma reportagem é que não, nunca se sabe onde vão parar as caras dos velhinhos, um perigo, um horror. Cromos.
O senhor que quer fotografias de calhaus e me faz subir um monte de paralelos (cubos) para tirar uma foto, eu a rezar para não cair e os funcionários dele já numa de apostas para adivinhar em que momento é que eu me rebolava pedras abaixo. (claro que me mandam a mim fazer isto, a pessoa que o devia fazer anda de saltos altos e aqui a burra é que tem que ir para o meio da lama, ouvir piropos e subir rochas e paralelos).
O senhor que não me grama porque queria que saísse duas vezes a mesma reportagem e eu me recusei, ainda hoje me rosna quando passo por ele.
Há ainda o senhor que marca eventos, comunica e no dia ao chegar lá, o senhor diz com a maior lata do mundo, "eu estou em casa, não vai haver evento nenhum..."
Portanto aquela terra devia ser diluída... A mim não fazia falta nenhuma, chiça!!!!
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Quando um desconhecido se mete contigo...
Em segundos pensei: Oh lá... Pode ser um golpe de sorte. Mas o que vai sair daqui?
Segundos depois percebi que nada de especial, assim que ele abre a boca e diz: "Olá eu sou o Padre R...."
Buuuuuhhhhhhhhh que seca!!!!!
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Irritantes
Pessoas sem palavra, gente que amua (incha, desincha e passa), gente que tem a mania que tem o rei na barriga (pode ser apenas gazes, pensem nisso), mentiras, facadas nas costas, que me puxem o tapete, faltas de respeito, falta de gratidão, traições, que me façam de burra, que só se lembrem de mim quando precisam de alguma coisa, que me falhem quando eu preciso... Trabalhar e não receber.
Há mais coisas como: filas de trânsito, filas para pagar no supermercado, que me respondam torto, que me agridam (ofensa verbal ou até palmadas de amigo, são coisas que me tiram do sério), gordura, quando o gato enche a casa de areia nos seus rallys, que me acordem desnecessariamente (a C. percebeu isso quando fomos de férias :P).
Ah e a voz da minha vizinha a cantar.
E pronto é isto.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Dia mais triste do ano
Diz que hoje é o dia mais triste do ano... Bem hoje não foi um dia espectacular, mas se fosse o mais triste do ano, era sinal que 2014 realmente seria fenomenal. Não sei se mereço, mas que me apetecia muito que fosse é um facto!
Anda bonito
Mas hoje diz ela em modo de desabafo: "É, deve ter a mania que tem o rei na barriga"
Respondo eu: "Tem a mania... mas afinal são só gazes".
E pronto, com vontade de derreter meio mundo à lambada ainda gozamos com a situação.
Não sei é até quando vamos sorrir. Porque as faltas de respeito, consideração e humanismo são gritantes e neste momento estamos em contagem decrescente, "bamo lá ber" no que vai dar, mas cheira-me que vai dar merd@.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Odeio ter borbulhas
Os 30 não são o que eu estava à espera.
Nunca nos meus piores sonhos me ocorreu continuar a ter acne quase duas décadas depois do seu início.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Toxinas
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Pobreza
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
No melhor pano cai a nódoa
E uma das coisas que mais merece o meu riso maléfico é ver etiquetas coladas nas solas dos sapatos. Adoro. Acho fenomenal alguém comprar calçado e não tirar o preço.
Até que... esta semana entrei numa loja, na qual comprei umas botas há 3 invernos e apesar do uso continuam novas e tinha umas castanhas, lindas. Eu até tinha umas botas castanhas que adorava com um fecho vermelho atrás a toda a altura da perna (até ao joelho) mas começaram a desintegrar-se e deixaram de ter condições para conhecer a luz do dia, fora de casa.
Por isso quando vi aquelas botas a 29,99 fiquei maravilhada. Não comprei. Fui para casa, pensei no assunto e dois dias depois volto lá, tinha umas 40 expostas sem qualquer etiqueta, pedi o 38, experimento, a senhora diz que em vez de 49,99 custavam apenas 29,99, e eu compro.
No dia a seguir de manhã calço-as logo. No trabalho, a meio do dia, vou de olhar para as solas e tinha nada mais nada menos que DUAS etiquetas em cada pé, uma branca e uma cor-de-rosa choque com o preço de saldo.
Se tivesse um buraco...
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Optimista irremediável
E não me venham com a história que o ano não é mau, quem é má és tu, que me dá logo os calores e sou menina para me enervar.
Em 2013 percebi que o meu relacionamento de quase 9 anos tinha chegado ao fim, estava em cuidados paliativos e por mais que quiséssemos que desse certo, tinha morrido. Então há que assumir a derrota, e começar de novo enquanto ainda não somos os dois feios, gordos e enrugados.
Saí de casa, comecei do zero... Antes dos 30 já tinha casado e descasado. Vivo agora sozinha e a 300 km da minha família.
Sempre tive uma postura de superioridade relativamente ao que vai acontecendo, mas isto foi um golpe que me esventrou as entranhas, que me levou a dias de apatia sem explicação e a muito pouco choro, admiravelmente.
Consegui controlar-me, trabalhar sem falhar nunca, tomar as rédeas da minha vida e perceber que havia muito mais a correr mal.
Com ordenados em atraso e a viver sozinha vivi dias de desespero, aí sim, chorei que me regalei pela injustiça e pela impotência.
Outros problemas me seguiram ao longo do ano, más notícias em modo castelo de cartas, mas ainda assim fui-me mantendo.
É certo que foi um ano onde a amizade me salvou, foram os meus amigos que substituiram a família que perdi e a minha que está longe.
Em casa de várias amigas tive sempre um lugar na mesa para mim, tive sempre companhia quando me senti sozinha. E em muitos momentos fiquei sozinha porque precisava e sempre me respeitaram o espaço.
Foi o ano em que embora internamente ninguém me reconheça o mérito, fui reconhecida por escrever bem. E isto elevou-me o Ego de forma gigante.
Acredito que tenho tudo para dar a volta por cima, tenho pessoas, tenho força e tenho acima de tudo optimismo e a crença que tudo irá dar certo.
Por isso enterro 2013 como um ano de altos e baixos, de muita lambada na cara, de muita desilusão, de muita insegurança e incerteza, de muita solidão, de muita tristeza, mas um ano de excelentes momentos, de carinho surpreendente de quem nem esperava e um ano de muita aprendizagem, aprender a gerir coisas que nunca pensei, aprender a manter-me de pé quando me falta o chão e aprender a fazer "omeletes sem ovos".
Começo 2014 com optimismo, mas sem grandes ilusões ou ambições... Que seja o melhor que eu conseguir fazer dele!
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Espirituosa
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
domingo, 29 de dezembro de 2013
Gatices
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Back to real life
A vida é assim, feita de escolhas. Eu escolhi o Norte e para ter algumas das coisas que me fazem feliz perco outras e por mais anos que passem e por mais que goste da minha vida lá em cima, no dia em que me vou embora fico assim, com um vazio, sinto saudade antecipada, sinto falta daquilo que nunca há-de haver igual: o abraço, o beijinho e o calor das pessoas mais importantes da minha vida. Era bom não ter que escolher...
Pai e madrasta conseguem sempre fazer-me sentir em casa, mesmo passados tantos anos, mesmo com a casa compmetamente diferente.
Era a vida deixar-me vir mais vezes, que isto só me faz é bem :)

