sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Ter pena? Agora temos pena!

Esta semana, numa de boa pessoa, dizia eu a uma pessoa que a gaja que trabalha lá agora é um bocado despropositada e que já me fez algumas, mas ao fim-de-semana quando ela me diz para tomar café eu vou, porque tenho pena dela, porque ando sempre perto e porque a seguir vou continuar a trabalhar e não me custa nada fazer-lhe companhia.

OTÁRIAAAAAAA!!!!

Depois de já me ter dito e feito as coisas mais injustas, e mesmo assim eu ter pena da solidão dela, na quarta-feira voltou a falhar comigo, em grande. Odeio pessoas que se comprometem e falham. Graças ao universo tenho quem goste de mim e me safe sempre. Mas fiquei incrédula com a atitude do "sim, sim eu dou-te boleia", estar a 10 metros de mim, ignorar, desaparecer e depois nem atender o telefone.

Assinou a sentença de "solidão". É que a mim, felizmente não me faltam pessoas para um café, almoço ou dois dedos de conversa, por isso não preciso dela e quando me der a pena... Peço-vos que me esbofeteiem de forma violenta.

Temos pena, mas deixei de ter pena!!

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Histórias com Veet

Vou de me lembrar de uma história que aconteceu quando eu era "piquena" e depois dessa história descambou.

A S. diz-me ao telefone: "Vite, vite, vite", para eu me despachar. E digo eu no gozo: "Isso não é aquilo que tira os pelos?"
Não sei como veio-me à memória um episódio com o Veet.

A minha mãe, devia eu ter uns 5 anos, estava com veet nas pernas, de robe vestido, à espera que actuasse, é que a 20 e muitos anos aquilo não se podia fazer no duche, ela vai até à cozinha e vem o Maurício.
O Maurício era um gato, branco e preto, gordo, que viva no quintal, mas que podia entrar na cozinha, ao que entra e roça-se nas pernas com veet da minha mãe. Ela vai de gritar pelo gato e ele, oh caneco, vai de correr quintal a fora, e ninguém o apanhou.

Horas mais tarde o Maurício volta, mas não volta de qualquer forma, volta em grande estilo... depilado no lombo. Com uma falha de pelo notável.

Conclusão: O Maurício era um gato metrossexual!

Conto a história uma vez, duas vezes e à terceira o auditório também tinha uma história com veet.

E diz assim o moço: "Epá, tu não me fales em veet, uma vez lembrei-me de fazer a depilação com veet e ia morrendo".
E nós, mas como?
E ele conta tudo, mais do que estariamos preparadas para ouvir. Então o moço começou por depilar as pernas, deixa actuar os 5 minutos que diz nas instruções e os pelos lá na mesma. Decide alargar a desflorestação aos genitais e aí deixa 20 minutinhos, só para garantir a remoção dos pelos.
Eis se não quando, garantiu ainda a remoção de toda e qualquer pele nos tomates.

E a partir daqui foi de chorar a rir, o moço andou uma semana, sim, uma semana com as peles em carne viva, mete boxer, tira boxer e chora de dor. Uma agonia que resultou na colocação de folhas de eucalipto na tomatada, mas diz ele"folhas mas das tenrinhas".

Veet... a proporcionar gargalhadas uma noite inteira!

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

A pilhas

Saloia: "Ups, hoje tomei dois cafés, estou eléctrica!"
Alguém: "Ia jurar que te tinha ouvido dizer que precisavas de pilhas!"
Saloia: "Sim... Para o gravador!"



sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Os encalhados

Uma amiga minha perguntou-me se eu ia a um jantar de encalhados...

E a questão deixou-me a pensar sobre o que é encalhar.
Encalhar é embater, fixar, sei lá, não sair do sítio ficar preso e coisa que ser solteiro não é, é estar encalhado.
Eu estou em crer que ser solteiro é estar em mar navegável, ir navegando, parando ali num porto ou noutro, ou apenas aproximar, ver a paisagem e zarpar, porque não agrada.
E se a metáfora é náutica, meus amigos encalhar é estar numa relação.
Estar solteira é andar em mar alto, agitado, com a maior das emoções (ou emoção só até o despertador tocar e perceber que passas a vida a sonhar). Mas encalhar é outra coisa... e não é o que nós vivemos fora dos relacionamentos...

By the way, odeio e sempre odiei o dia dos namorados, com ou sei companheiro. Este ano, o primeiro sem há quase uma década, devo jantar com uns amigos, isto porque é sexta-feira, porque os nossos amigos in love estão todos ocupados e porque nos apetece celebrar a maior forma de amor e união que temos nas nossas vidas: a real amizade! ;)

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Os Jovens

Ainda me sinto "jóve" e por isso fico em estado de cão quando oiço: "Ah o jovens não querem trabalhar, aos 30 anos são uns preguiçosos e ainda vivem com os pais".


F*dass, put@ que os fod* a todos!!!

Eu com 30 anos já trabalhei sem receber, já trabalhei num call center, já fiz a coisa que mais odiei nesta vida, que foi ser comercial e agora trabalho na minha área, por um ordenado muito abaixo das minhas qualificações, recebo tarde e a más horas, trabalho sem horário, sem fins de semana, à chuva, ao sol, ao vento, como dá e onde dá, sem frescura. Passo semanas sem folgas, dias em que chego a casa para jantar às 11h da noite, com o jantar ainda por fazer, comer, arrumar e tudo sozinha, porque moro sozinha e não posso falhar-me a mim mesma. Não posso adoecer, não pode não me apetecer cozinhar ou ir às compras, muito menos apetecer ter um fim-de-semana de vez em quando.
Quando dá tenho, quando não dá, trabalho e não bufo.

Querem mesmo chamar preguiçosos aos jovens à minha frente??

Amor... a sapatos

A minha intenção nunca será ter um blog de moda, até porque me falta aquele glamour e gosto por marcas e como sou pobre a coisa ia ser em modo ranhoso e não vale a pena.
Mas sou bastante amiga da moda e sou fã da escolha sem tirar o rabo do sítio, ando sempre atenta aos sites e são poucos os que ainda não optei pela compra online.

Tenho uma pancada por sapatos, mas como trabalho em modo todo o terreno uso pouco o salto alto, e tenho que optar por calçado que seja fashion, mas sobretudo confortável e resistente (o meu record foi destruir uns botins da Parfois em sete meses, sem recuperação possível).

Mas aqui segue uma compilação de sapatinhos que me encheram o olho (mas que não entram lá em casa de certeza, problemas de espaço, claro).





quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Meo Meo Meo, Meo Meo

Começas a chatear-me, na medida em que fico um pilha de nervos quando me ligam de números confidenciais, e andava há duas semanas a receber chamadas sem número, atendia ouvia barulho e nada, ninguém se mostrava interessado em manter uma conversa comigo. E aí surge logo a dúvida, mas se não é para falar paquéque me ligam?

Hoje lá ligaram, eu atendi e falaram.

Espanto o meu que era para me "oferecer" banda larga móvel pela 345 876 vez. E ainda pergunta: ah e tal não sei se já lhe fizeram essa oferta.
Respondo eu: Já me ofereceram muita coisa, mas eu digo sempre que não, sabe porquê? Porque contratei um serviço que responda às minhas necessidades, logo se recuso é porque não preciso de telemóveis M4O nem de banda larga móvel.
Diz o iluminado: "Mas não tem qualquer custo".
Respira fundo e remata a Saloia: "Com ou sem custo se não preciso não contrato o serviço, simples, agradeço a oferta"

Ficou ainda por dizer: "Olhe é uma pen, certo? Então e como é oferta... Meta-a no c* e não me chateie".
Mas a minha boa educação falou mais alto. E controlei-me! Desta vez.... Na próxima não sei! 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Teorias

Estava eu aqui a lamentar-me que trabalho no sábado o dia todo e que assim nem dá para aproveitar a noite de dia 14 de Fevereiro.
Ainda a gozar digo: "E eu que até tenho tanto amor para dar!"
Diz a S. "Falta-te é tempo!"

Gosto desta forma de ver as coisas, o problema é tempo e nada mais. Simples. Aahahahahah

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Medo

Até estou com medo de sair hoje à noite para "tomar café".
Depois de dois dias a arder em febre e muita dor no corpo, temo que este café seja como o da semana passada e me rebente toda em coca-colas rascas.

Que zeus esteja comigo e me ilumine o caminho de volta a casa, a horas decentes! :P

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

A incompetência

O cúmulo da "competência" (ironicamente falando) é:
marrar com o trabalho das outras pessoas, é exigir para ontem o que só pode ser feito amanhã, é desfazer o que os outros fazem, desrespeitar, inventar falsas falhas, ver erros onde eles não existem, acusar as pessoas de plágio sem sequer saber escrever duas palavras sem erros e estar APENAS CINCO SEMANAS para meter uma put@ de uma carta no correio....

Digo eu à S. não sejas mesquinha, cinco semanas para levar uma carta aos CTT é pouco, a competência em pessoa não falha, a competência em pessoa não erra, a competência em pessoa só sabe apontar os erros dos outros, mas o que lhe COMPETE fazer... Aí... podes esperar sentada, porque a competência é tanta que demora a executar... Competentemente falando!

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Noites longas

O que seria um café não demorado, acabou às 6h da manhã. 
Eu com roupa normal de ter ido trabalhar, vou beber um chá com o pessoal do costume na intenção de vir cedo embora... 
Pois fiquei-me pela intenção, fomos dar um pézinho de dança e sem produção à altura. 
Ainda assim um bêbado agarrou-se a mim, a L. puxa-me e salva-me. Nisto ele fica ali no degrau a balançar, até parecia que o vento da rua o estava a atingir ali dentro. Até que a J. lhe sopra nas costas e não é que ele se manda degrau abaixo?
Escusado será dizer que houve explosão de riso. 

Relativamente ao temporal de ontem... Ele comeu a roupa de muita miúda. Tadinhas, todas meias despidas! 


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

A magreza

Toda a minha vida fui magrinha, quando era miúda era mesmo um palito, trinca-espinhas, monte de ossos.
Lembro-me de tomar suplementos, vitaminas, tudo para abrir o apetite, e nada. Lembro-me que cada refeição era um martírio, desde bebé que era um castigo para me alimentar, era daquelas coisas que eu dispensava bem e que deixavam a minha família com os nervos em franja.
Eu até bolas de carne fazia e dava ao gato, enrolava, demorava horas à mesa, mas comer... comer é que não.

Felizmente a coisa mudou e na adolescência comecei a comer bem, mais que muito bem até. Ganhei algum peso e quando entrei na faculdade era uma rapariga de porte perfeitamente normal, tendo deixado a aparência de esqueleto lá para trás.

Mas a minha genética, ruindade, ou as bichas solitárias (brincadeira, que faço análises com regularidade e não tenho parasitas) nunca me deixam engordar muito. Meço 1,67 e o meu máximo foi 62kgs, aí estava bem redonda, mas foi uma fase curta, pois uns meses mais complicados e stressantes levou-me em 15 dias aos 57 e em dois meses aos 48... Nessa altura fui para o ginásio, a única vez que fiz ginásio na vida foi para GANHAR PESO.

Era hilariante, ver as mulheres todas no cardio e eu só podia fazer 10 minutos e ia "encher" com pesos... Bonito!

Entretanto o meu peso estabilizou e há anos que mais dois menos dois ando sempre a rondar os 58kg, o problema é que eu como de tudo e o máximo humanamente possível.

Eu não salto refeições, eu não evito doces, bebo coca-cola, como bolachas, bolos ou chocolates todos os dias, sou doida por gomas, como com alguma frequência pizza, macdonald's ou francesinhas, quando lancho donuts é sempre de dois para cima, bebo leite com chocolate de pacote, iogurtes sem ser light, como pão com tudo, lambuzo-me de nutella, eu sei lá... Não tenho cuidadinho nenhum e... nem mais uma grama.

Duas coisas a reter: quando alguém me vem com discursos moralistas que esta alimentação não é correcta e que aos 30, ou 35 ou 40 vou notar e que vou ter colesterol (não tenho) e lai lai lai, só me apetece partir para a violência, eu como porque me dá um prazer incrível e porque não noto que isso me traga qualquer prejuízo, a não ser a felicidade.
Outra coisa: passar a vida a combater a magreza também não é bom, se me distraio, se me stresso mais, se ando mais cansada, pimbas menos dois kgs (também nunca desço mais que isso), mas há quem lute contra a gordura e respeito e entendo que não é fácil, mas a minha luta é o oposto.

Por isso deixem-me comer que nem um animal.

Obrigada! :P

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Ai que nervos

Isto das asneiras está a apoderar-se de mim e hoje só me ocorre:


"Mas que put@ de lata".



Há uma gaja que é incapaz de sair do carro e vir ao escritório buscar o que precisa, liga e tem de ser a minha colega a levar-lhe... Ando a segurar-me para não lhe dizer para mexer a peida que ninguém é criado dela.

Aliás, comigo fez isso uma vez, fui eu receber móveis a casa dela, à segunda disse-lhe que não, que em horário de trabalho eu tinha que trabalhar. Ficou f*did@, azar.

Odeio gente abusadora!!!


Isto era tão melhor até Outubro. :(

Ai o aniversário!

Passou o ano no dia 17 de Janeiro desde o meu primeiro post.

Neste cantinho eu desabafo algumas das coisas que ocupam a mente e a alma, há muito por dizer, muitos temas que gostava de explorar e fico-me sempre pela ideia, mas o tempo nem é muito e às vezes a preguiça de voltar a agarrar-me à escrita, depois de dias inteiros a escrever, ataca-me.

Neste último ano muita coisa mudou. (Não vou voltar a falar sobre isso). Mas é engraçado ver o percurso aqui, ver o que fui escrevendo o que fui vivendo.

A Saloia garante que será para continuar... ;)



Queridas Finanças

Ide para a grande put@ que vos pariu! 
Andaram anos a dormir, a ser comidos, roubados, burlados e gozados, agora vão com o gás de fazer justiça a direito, pois bem... Metam a justiça no cuzinho e atentem à Lei, pois não estão acima dela. 

Vai ser até que a voz me doa. Mas não me comem por parva, nem dão comigo em doida!!!

sábado, 25 de janeiro de 2014

Gatices#2

O meu gato foi sopeira noutra vida!!

Fica histérico sempre que mudo os lençóis da cama. 

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Monosobrancelha

Eu sou do tipo de pessoa que teria somente e apenas uma sobrancelha, se não a arranjasse. Tenho que as separar, abrir o caminho de mato, para serem duas irmãs gémeas em vez de siamesas. 
Ontem fui arranjá-las, precisavam de mão profissional... Hoje até tenho frio nos olhos!! 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Caso de estudo

Há aqui algumas freguesias que deviam ser alvo de um estudo sociológico de fundo. Dado o elevado número de gente doida a lá viver.
A minha amiga A. tem a teoria da consanguinidade queimar aqueles genes todos.
Eu não sei o que é, mas que é, é.

Desde o senhor que me responde por email a uma entrevista de quatro perguntas com 11 perguntas feitas e respondidas. Oh meu senhor se só fiz quatro é porque só quero/posso/me apetece explorar esses temas e só tenho espaço para eles, não seja burro.

Desde a Assistente Social que não me deixa fotografar o interior de um Centro de Dia... Foi a primeira vez que tal me aconteceu, com jeito até metem as fotos no facebook, mas para uma reportagem é que não, nunca se sabe onde vão parar as caras dos velhinhos, um perigo, um horror. Cromos.

O senhor que quer fotografias de calhaus e me faz subir um monte de paralelos (cubos) para tirar uma foto, eu a rezar para não cair e os funcionários dele já numa de apostas para adivinhar em que momento é que eu me rebolava pedras abaixo. (claro que me mandam a mim fazer isto, a pessoa que o devia fazer anda de saltos altos e aqui a burra é que tem que ir para o meio da lama, ouvir piropos e subir rochas e paralelos).

O senhor que não me grama porque queria que saísse duas vezes a mesma reportagem e eu me recusei, ainda hoje me rosna quando passo por ele.

Há ainda o senhor que marca eventos, comunica e no dia ao chegar lá, o senhor diz com a maior lata do mundo, "eu estou em casa, não vai haver evento nenhum..."


Portanto aquela terra devia ser diluída... A mim não fazia falta nenhuma, chiça!!!!

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Quando um desconhecido se mete contigo...

Ontem estava eu na viatura que identifica o órgão de comunicação social para o qual trabalho, à espera de um senhor, e pára ao meu lado um carro, sai um moço novo, giro que até dói e vem direito a mim.
Em segundos pensei: Oh lá... Pode ser um golpe de sorte. Mas o que vai sair daqui?

Segundos depois percebi que nada de especial, assim que ele abre a boca e diz: "Olá eu sou o Padre R...."


Buuuuuhhhhhhhhh que seca!!!!!

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Irritantes

Coisas que me irritam:
Pessoas sem palavra, gente que amua (incha, desincha e passa), gente que tem a mania que tem o rei na barriga (pode ser apenas gazes, pensem nisso), mentiras, facadas nas costas,  que me puxem o tapete, faltas de respeito, falta de gratidão, traições, que me façam de burra, que só se lembrem de mim quando precisam de alguma coisa, que me falhem quando eu preciso... Trabalhar e não receber.



Há mais coisas como: filas de trânsito, filas para pagar no supermercado, que me respondam torto, que me agridam (ofensa verbal ou até palmadas de amigo, são coisas que me tiram do sério), gordura, quando o gato enche a casa de areia nos seus rallys, que me acordem desnecessariamente (a C. percebeu isso quando fomos de férias :P).


Ah e a voz da minha vizinha a cantar.

E pronto é isto.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Dia mais triste do ano

Diz que hoje é o dia mais triste do ano... Bem hoje não foi um dia espectacular, mas se fosse o mais triste do ano, era sinal que 2014 realmente seria fenomenal. Não sei se mereço, mas que me apetecia muito que fosse é um facto! 

Anda bonito

Eu e a minha amiga S.R. andamos a gerir tão bem uma certa situação que mereciamos um óscar pela performance.

Mas hoje diz ela em modo de desabafo: "É, deve ter a mania que tem o rei na barriga"
Respondo eu: "Tem a mania... mas afinal são só gazes".


E pronto, com vontade de derreter meio mundo à lambada ainda gozamos com a situação.
Não sei é até quando vamos sorrir. Porque as faltas de respeito, consideração e humanismo são gritantes e neste momento estamos em contagem decrescente, "bamo lá ber" no que vai dar, mas cheira-me que vai dar merd@.




sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Odeio ter borbulhas

Os 30 não são o que eu estava à espera. 

Nunca nos meus piores sonhos me ocorreu continuar a ter acne quase duas décadas depois do seu início. 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Toxinas

Este ano não fiz resoluções, mas entrei o ano com vontade de me libertar do que me intoxica. 
E percebi que há coisas que fazem efeito cinderela, muito boas no momento, mas depois... Nem tanto. 
Por isso afastei-me. E ao afastar-me comecei a "ver melhor ao longe".
Agora vou deixar de travar tanto, o que tiver de ser será. ;) 

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Pobreza

Pobreza é contratar a potência mínima e ter de escolher entre secar a roupa na máquina ou fazer o jantar no forno. 

Já nem falo em ligar o aquecedor... 


sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

No melhor pano cai a nódoa

Eu passo a vida a gozar com os outros. Dá-me prazer. Principalmente quando falamos de modos de se apresentar em vestimenta.
E uma das coisas que mais merece o meu riso maléfico é ver etiquetas coladas nas solas dos sapatos. Adoro. Acho fenomenal alguém comprar calçado e não tirar o preço.

Até que... esta semana entrei numa loja, na qual comprei umas botas há 3 invernos e apesar do uso continuam novas e tinha umas castanhas, lindas. Eu até tinha umas botas castanhas que adorava com um fecho vermelho atrás a toda a altura da perna (até ao joelho) mas começaram a desintegrar-se e deixaram de ter condições para conhecer a luz do dia, fora de casa.
Por isso quando vi aquelas botas a 29,99 fiquei maravilhada. Não comprei. Fui para casa, pensei no assunto e dois dias depois volto lá, tinha umas 40 expostas sem qualquer etiqueta, pedi o 38, experimento, a senhora diz que em vez de 49,99 custavam apenas 29,99, e eu compro.
No dia a seguir de manhã calço-as logo. No trabalho, a meio do dia, vou de olhar para as solas e tinha nada mais nada menos que DUAS etiquetas em cada pé, uma branca e uma cor-de-rosa choque com o preço de saldo.

Se tivesse um buraco...

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Optimista irremediável

O ano passado foi uma valente merda.
E não me venham com a história que o ano não é mau, quem é má és tu, que me dá logo os calores e sou menina para me enervar.

Em 2013 percebi que o meu relacionamento de quase 9 anos tinha chegado ao fim, estava em cuidados paliativos e por mais que quiséssemos que desse certo, tinha morrido. Então há que assumir a derrota, e começar de novo enquanto ainda não somos os dois feios, gordos e enrugados.
Saí de casa, comecei do zero... Antes dos 30 já tinha casado e descasado. Vivo agora sozinha e a 300 km da minha família.
Sempre tive uma postura de superioridade relativamente ao que vai acontecendo, mas isto foi um golpe que me esventrou as entranhas, que me levou a dias de apatia sem explicação e a muito pouco choro, admiravelmente.

Consegui controlar-me, trabalhar sem falhar nunca, tomar as rédeas da minha vida e perceber que havia muito mais a correr mal.
Com ordenados em atraso e a viver sozinha vivi dias de desespero, aí sim, chorei que me regalei pela injustiça e pela impotência.

Outros problemas me seguiram ao longo do ano, más notícias em modo castelo de cartas, mas ainda assim fui-me mantendo.

É certo que foi um ano onde a amizade me salvou, foram os meus amigos que substituiram  a família que perdi e a minha que está longe.
Em casa de várias amigas tive sempre um lugar na mesa para mim, tive sempre companhia quando me senti sozinha. E em muitos momentos fiquei sozinha porque precisava e sempre me respeitaram o espaço.
Foi o ano em que embora internamente ninguém me reconheça o mérito, fui reconhecida por escrever bem. E isto elevou-me o Ego de forma gigante. 

Acredito que tenho tudo para dar a volta por cima, tenho pessoas, tenho força e tenho acima de tudo optimismo e a crença que tudo irá dar certo.

Por isso enterro 2013 como um ano de altos e baixos, de muita lambada na cara, de muita desilusão, de muita insegurança e incerteza, de muita solidão, de muita tristeza, mas um ano de excelentes momentos, de carinho surpreendente de quem nem esperava e um ano de muita aprendizagem, aprender a gerir coisas que nunca pensei, aprender a manter-me de pé quando me falta o chão e aprender a fazer "omeletes sem ovos".

Começo 2014 com optimismo, mas sem grandes ilusões ou ambições... Que seja o melhor que eu conseguir fazer dele!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Espirituosa

Ando com o sarcasmo no máximo...
Como diz um amigo meu: "Se tudo correr bem... Vai dar merda!"

:D

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Balanço

Em 12 dias de férias dormi 4 noites em casa... Nada mau. Dá para ir tendo cuecas lavadas!